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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Pra quem gosta: É de graça na Praça!!!

14 Bis ao vivo em Sabará (abertura das comemorações dos 300 anos de Villa Real)


22/dez. às 21h – Praça Melo Viana

domingo, 19 de dezembro de 2010

Para refletir sobre opiniões!

Autoria desconhecida



Havia um grande muro separando dois grandes grupos.

De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais a Deus.

Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os

humanos que não servem a Deus.

E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num

lar cristão,

mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se

deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.



O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e

gritava sem parar para ele:

- Ei, desce do muro agora... Vem pra cá!



Já o grupo de satanás não gritava e nem dizia nada.



Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso

resolveu perguntar a Satanás:

- O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e

ficar do lado deles.

Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me

convencer a descer para o lado de vocês?



Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:

- É porque o muro é MEU.



Nunca se esqueça: Não existe meio termo. O muro já tem dono. Pense nisso!



Matheus 12:30 - Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não

ajunta, espalha.

Pra descontrair

A ONU resolveu fazer uma pesquisa em todo o mundo.




Enviou uma carta para o representante de cada país com a pergunta:

"Por favor, diga honestamente qual é a opinião de seu país sobre a escassez de alimentos no resto do mundo".



A pesquisa foi um grande fracasso. Sabe por quê?



Todos os países europeus não entenderam o que era "escassez".



Os africanos não sabiam o que era "alimento".



Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre o que era "opinião".



Os argentinos mal sabem o significado de "por favor".



Os norte-americanos nem imaginam o que significa "resto do mundo".



O congresso brasileiro está até agora debatendo o que é "honestamente"...

Conselhos encontrados

O Sucesso consiste em não fazer Inimigos




Max Gehringer - Administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial, nos prestigia com mais um artigo brilhante.



Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:



Regra número 1:



Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.



Regra número 2:



A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.



Regra número 3:



Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo.



Muitas vezes, até parece o melhor amigo.



Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego.



Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa.



Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.



Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo.



Mas não é.



A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.



Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória.



"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências."



" 'No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se...


Autor desconhecido, até o momento..........

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

DESAGRAVO DO PROF. IGOR AO CASO DE ASSASSINATO DE PROF EM BH




J’ACUSE !!! (Eu acuso !) (Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes)



« Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice. (Émile Zola)



Meu dever é falar, não quero ser cúmplice. (...) (Émile Zola)







Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que... estudar!).



A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.



O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.



Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática.



No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.” Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando...



E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.”



Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente...



Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”.



Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.



Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal a o autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:



EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;



EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos”e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;



EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;



EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;



EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;



EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;



EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;



EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;



EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;



EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;



EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito,



EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;



EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.



EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;



EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;



Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos -clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia.



Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.



A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo.”



Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.



Igor Pantuzza Wildmann



Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário.

Eu vi na net.

                                                 Essa foi projetada para grandes cagadas!!!                                                       Deveria ser o palácio da alvorada!!!!

                                                        Beleza não põe mesa!!!
                                                    As mulheres fazem tudo pela beleza!!!


Essa foi esperta ..............

Só para distrair................ as mais infames

Porque Elefante não pega fogo?

R: Porque ele já é cinza



Como se faz para saber se tem um Elefante dentro da piscina?

R: É só ver se não tem um chinelo redondo na borda da piscina



Como se passa um Elefante por baixo da porta?

R: Coloca ele dentro de um envelope



E se ele não passar?

R: É só tirar o selo do envelope



E se você não quiser que o Elefante passe por debaixo da porta?

R: Dá um nó no rabinho dele



O que é que tem dentro do lixo do hospício?

R: Doido varrido.



Qual a vantagem de se casar com uma loira ?

R: Você pode estacionar na vaga para deficientes.



Quando que o homem morreu por culpa do computador ?

R: Ao saber que era corno, ficou computador de cotovelo e se matou.



Quando que o homem morreu por causa de uma latinha?

R: Ele foi nadar no mar achando que não tinha tubarão, Mas látinha



Qual a semelhança entre gaúcho e pão de forma?

R: Casca grossa, miolo mole, chato, quadrado e fácil de comer.



Como é que se chama a revista VEJA no interior?

R: ÓIA



Qual o cúmulo da Burrice 3?

R: Passar trote para o 0900 e pagar 4 reais por minuto



Qual o cúmulo do Ciúme?

R: Brigar com a mulher porque só um dos gêmeos se parece com o pai



Qual o cúmulo do Desperdício?

R: Um ônibus com 10 políticos cair num abismo (no ônibus cabem doze)



Qual o cúmulo da Força?

R: Dobrar a esquina



Qual o cúmulo da Ignorância?

R: Abrir a caneta pra procurar as letrinhas



Qual o cúmulo da Incompetência?

R: Deixar seu bichinho virtual fugir



Qual o cúmulo da Ironia?

R: Encontrar o seu maior inimigo na sauna gay.



Qual o cúmulo da lerdeza?

R: Apostar corrida sozinho e chegar em segundo



Qual o cúmulo da Magreza?

R: Usar band-aid em vez de modess

R:Deitar em cima de um alfinete e

se cobrir com a linha



Porque que o português coloca pastel dentro do leite?

R: Pra tomar leite pasteurizado



Por que que os portugueses deixam a televisão ligada o dia inteiro nos fins de semana?

R: Pra segunda-feira eles assistirem tela quente



Qual a diferença entre um estudante português burro e um estudante português inteligente ?

PB- copia tudo o que a professora escreve no

quadro, e quando ela apaga o quadro,

ele apaga tudo no caderno.

PI- não copia nada porque ele sabe que a

professora vai apagar mesmo.



O que o português disse quando viu uma

casca de banana no chão?

R: Ai, Jesus, vou ter que cair de novo!



Como você descobre que a padaria do

português foi informatizada?

R: Ele usa um mouse atrás da orelha



Porque português anda de moto de pijama?

R: Pra fazer a curva deitado



Qual o cúmulo da Maldade?

R: Colocar tachinhas na cadeira elétrica



Qual o cúmulo da Matemática?

R: Pedir um X-Burguer, comer o Burguer

e calcular o X.



Qual o cúmulo do Masoquismo?

R: Depois de sair da piscina de álcool, tomar ducha

de sal e se enxugar com Bom-Bril

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Manifesto

Um dia envelhecerei e serei motivo de piadas dos idiotas que se acham humoristas,dos hipócritas que se acham eternos e dos que ganham dinheiro para falar mal dos outros.


Este dia pode não demorar muito.

Então...meus reflexos não serão mais os mesmos, minhas respostas serão mais lentas e minha percepção ficará afetada.

Então, quase todos se esquecerão do quanto fui bela, magra, esperta e perspicaz,exceto eu, que serei ainda que lenta a mesma, ainda que fraca,a mesma...a mesma

Posso me tornar obesa, ou mesmo fora das medidas de um padrão estético que esta sociedade criou,então, virarei alvo de bulling na escola,motivo de comentário das colegas de trabalho e pouco desejada pelos homens.

Posso não querer ter namorados e dedicar minha vida à filosofia ou a política, e então ao contrário de oferecerem mérito ás minhas capacidades,contestarão minha sexualidade e esquecerão todo meu esforço.

Talvez não goste de bebida e não aprecie palavrões, neste caso, não vou rir da maioria das piadas e serei tachada como chata,quadrada.....não serei a melhor companhia.

O que está errado?

Onde está a graça?

Onde está o respeito?

Sinceramente, eu espero deste novo ano mais educação,respeito e discernimento para nossa raça.Que antes de rirmos de piadas que deterioram a integridade das pessoas, possamos refletir,pois quando eu não for mais o que sou hoje,não terão a menos graça!!

Abaixo o bulling no humor!!!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Ok, outra série que foi muito legal.....

Quem não assistiu "Eu a Patroa e as crianças?"
Outro dia que fiquei sabendo que o Michael Kyle, Damon ,é um dos irmãosWayans, isso mesmo irmão dos caras que fizeram as branquelas!!!
que família talentosa e bela,não?
Confira aí na foto:
O da ponta, de rosto menos conhecido é escritor de várias comédias que vemos por aí.

Para matar a saldade da série, vamos ver como esse pessoal da série tá hj?

Vem cá, não parece o Marco do CQC?

                                                                     Esse piorou ein? rsrsrsr

domingo, 12 de dezembro de 2010

cabelo/penteado

Gente, vou fazer o meu primeiro post sobre cabelo.
Na verdade sei um pouquinho de penteado, pinto faço escova e tudo mais, porém não sabia da existência dessas trançinhas que são super práticas para fazer os penteados, deêm uma olhadinha aí:
Vi essa coisa prática no blog Amice per amice, que super indico!
Via aqueles penteados e ficava babando porque não tenho muito cabelo mais com essa alternativa ein?
E os pentedos desestruturados estão super na moda né?

Como eu não achei ainda  o aplique pronto vou comprar cabelo e fazer eu mesma, depois conto para vcs no que deu...bjo e bay!