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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Um pouco mais sobre os heróis...

Humanizando  heróis, a história por traz da história. 
Tiradentes


Novos estudos históricos apresentam uma inconfidência mineira diferente daquela que nos narram os livros didáticos.

Embora a historiografia oficial considere a inconfidência mineira (1789) como uma grande luta para a libertação do Brasil, o historiador inglês Kenneth Maxwell, autor de "A devassa da devassa" (Rio de Janeiro, Terra e Paz, 2ª ed. 1978.) que esteve recentemente no Brasil, diz que "a conspiração dos mineiros era, basicamente, um movimento de oligarquias, no interesse da oligarquia, sendo o nome do povo invocado apenas como justificativa", e que objetivava, não a independência do Brasil, mas a de Minas Gerais.



Esses novos estudos apresentam um Tiradentes bem mudado: sem barba, sem liderança e sem glória. Segundo Maxwell, Joaquim José da Silva Xavier não foi senão o "bode expiatório" da conspiração. (op.cit., p. 222) "Na verdade, o alferes provavelmente nunca esteve plenamente a par dos planos e objetivos mais amplos do movimento." (p.216) O que é natural acreditar. Como um simples alferes (o equivalente a tenente, hoje) lideraria coronéis, brigadeiros, padres e desembargadores?

Como depois de morto, não restou nenhuma descrição de como tiradentes realmente era , sua imagem foi forjada pelos franciscanos, confessores dos inconfidentes o ideal cristão é projetado na figura de Tiradentes. Torna-se modelo de homem cristão, generoso, arrependido, castigado, mas preparado para bem morrer. Segundo os confessores, ele recebeu sereno e convencido da gravidade de seus pecados a sentença condenatória.como se fosse o próprio Cristo: beija os pés e perdoa o carrasco; recebe a alva, despe a camisa e caminha com o crucifixo na mão.É desta forma que se formaliza a primeira tentativa de criar uma memória histórica da Inconfidência Mineira e, também, a construção da imagem de Tiradentes e não é por mera coincidencia que ele é retratado em imagem muito parecida com Jesus Cristo.


Os prórpios carrascos de Tiradentes lhe conferiram uma imagem que ao mesmo tempo o fazia um herói e não representava perigo à monarquia.

A Folha de S. Paulo publicou um artigo (21-04-98) no qual se comentam os estudos do historiador carioca Marcos Antônio Correa. Correa defende que Tiradentes não morreu enforcado em 21 de abril de 1792. Ele começou a suspeitar disso quando viu uma lista de presença da Assembléia Nacional francesa de 1793, onde constava a assinatura de um tal Joaquim José da Silva Xavier, cujo estudo grafotécnico permitiu concluir que se tratava da assinatura de Tiradentes. Segundo Correa, um ladrão condenado morreu no lugar de Tiradentes, em troca de ajuda financeira à sua família, oferecida pela maçonaria. Testemunhas da morte de Tiradentes se diziam surpresas, porque o executado aparentava ter menos de 45 anos. Sustenta Correa que Tiradentes teria sido salvo pelo poeta Cruz e Silva (maçom, amigo dos inconfidentes e um dos juízes da Devassa) e embarcado incógnito para Lisboa em agosto de 1792.

Isso confirma o que havia dito Martim Francisco (irmão de José Bonifácio de Andrada e Silva): que não fora Tiradentes quem morrera enforcado, mas outra pessoa, e que, após o esquartejamento do cadáver, desapareceram com a cabeça, para que não se pudesse identificar o corpo.
"Se dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria pelo Brasil". Como só tinha uma, talvez Tiradentes tenha preferido ficar com ela"
Tiradentes na verdade começou toda a revolução por razões comerciais,sendo que aos dezoito anos optou pela carreira de  armas alistou se  e imediatamente pelo fato de pertencer a elite branca e pela habilidade técnica que tinhade dentista,serviu muitos anos à coroa portuguesa, teve escravos,(pois é)após ser negado a tiradentes uma conseção o seu projeto de canalização e de construção de novos moinhos, Tiradentes então passou a se encontrar com pessoas que teriam interesses em separar o Brasil do reino lusitano o que o levaria mais tarde ao mítico herói da Inconfidência Mineira.










Pesquisas:Desciclópedia,Fatos e personagens.com,Abrali.com,www.montfort.org.b e livros citados no corpo do texto.













































Os primeiros republicanos , em busca de um herói nacional, encontraram nele, o símbolo mais que perfeito.













































Mais será que foi assim?













































Alferes da cavalaria regular da Capitania de Minas Gerais,Pertensente a elite branca,tinha 8 escravos e prestou serviço à corte portuiJoaquim José da Silva Xavier, mais popularmente conhecido como “Tiradentes"

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